sábado, 8 de setembro de 2012

Curiosidades sobre nosso corpo

Por que o corpo faz coisas estranhas?
Por Kate Rope | Yahoo! Brasil – dom, 2 de set de 2012 17:22 BRT


Entenda por que seus olhos ficam trêmulos, a pele fica arrepiada, a garganta inflama, as mãos ficam dormentes, você espirra ou tosse, os hematomas aparecem e o tornozelo torce. Saiba também o que fazer quando uma dessas coisas acontecer.


O que está acontecendo?
Na medicina, a expressão “tique” pode significar diversos movimentos involuntários que seu corpo faz. Nesse caso, estamos falando daqueles pequenos espasmos nos músculos dos olhos ou outras partes do seu corpo, como o joelho, que podem incomodar por um ou mais dias sem motivo aparente. "Os músculos disparam sob sua pele quando você se encontra num estado de animação ou stress," explica o Dr. Jeffrey Cain, presidente eleito da American Academy of Family Physicians e chefe de medicina de família no Hospital Infantil do Colorado, em Denver.
 
Por que seu corpo faz isso?
"Seu corpo está lhe dizendo que está estressado ou cansado", diz o Dr. Cain. "No caso do olho trêmulo, isso pode ocorrer devido à fadiga, por exemplo ao olhar para uma tela de computador durante o dia todo".

O que fazer?
"Para a maioria das pessoas, esses espasmos não são um problema grave," diz Cain. De modo geral, o corpo está apenas indicando que preciso de uma pausa (os tiques podem ser causados pela ansiedade e ficam piores com a cafeína ou álcool). É recomendável tomar algumas medidas para aliviar a tensão quando o corpo der esse sinal: "Toque uma música relaxante, converse com um amigo, ou simplesmente foque em outra coisa". Ficar longe da tela do seu computador é uma boa ideia. Se esses truques não ajudarem, ou se os espasmos continuarem a atormentar você, converse com seu médico. Isso também pode ser um sintoma de doenças como o mal de Parkinson, autismo, paralisia de Bell, ou, no caso de olho trêmulo, um possível dano na córnea.

O que está acontecendo?

A coriza é uma reação do corpo a um invasor, como um alérgeno, um vírus ou bactéria. Seu sistema imunológico criar uma resposta inflamatória, que aumenta o fluxo do sangue na área, e isso faz com que mais glóbulos brancos combatam a infecção ou alérgeno, e também produz mais muco (que está sempre presente para manter as vias aéreas úmidas, mas é produzido em demasia quando se está resfriado). No caso de infecção, o muco ajuda a envolver e encurralar o invasor, enquanto os leucócitos nos pequenos vasos sanguíneos do seu nariz o atacam. Em alergias, as células de histamina nas suas vias nasais reagem e causam a inflamação. O muco sozinho já compõe a secreção, mas quando acompanhado da inflamação o nariz pode ficar congestionado. "Às vezes, a reação é exagerada", explica a Dra. Dale Amanda Tylor, professora assistente de otorrinolaringologia na Vanderbilt University, em Nashville, Tennessee, "por isso seu nariz fica totalmente entupido e isso pode complicar a respiração e o sono." 

Por que seu corpo faz isso?
No geral, um “nariz correndo” é o resultado dos esforços utilizados pelo corpo para encurralar invasores e se livrar deles com os glóbulos brancos. Mas existem outras causas. Comer comida apimentada, inalar certos aromas (alguns podem causar irritação, como fumaça), ou uma mudança abruta de clima (por exemplo, ficar sob o ar-condicionado após passar muito calor na rua) também pode causar a secreção nasal. Isso acontece quando o sistema nervoso parassimpático (a parte do sistema nervoso responsável por funções como a salivação e digestão) trabalha mais do que o normal. Algumas pessoas também sofrem de coriza ao chorarem. Nesse caso, os canais lacrimais entupidos pelo fluxo podem drenar o líquido para o nariz, então o que sai por ele, na verdade, são lágrimas, e não muco. Em casos raros, a coriza autêntica pode indicar uma doença grave.

O que fazer?
Espirre um soro em spray no nariz para ajudar a abrir as vias aéreas e melhorar a drenagem. Se a secreção é bem clara ou branca, provavelmente não se trata de uma infecção, e sim alergia. Quando a cor é esverdeada, maiores são as chances de uma infecção bacteriana no sino, principalmente se você sente dores na face ou nos dentes. Nesse caso é melhor ir ao médico para conferir se precisa de antibióticos. Vá ao médico, também, se você tem produzindo secreção clara ou branca por duas semanas ou mais: em alguns casos raros, porém perigosos, a descarga nasal crônica acompanhada de dor de cabeça (ou após trauma na cabeça) pode indicar um vazamento do fluido cerebrospinal, diz Tylor.
O que está acontecendo?
Quando você tosse, um sopro de ar entra em suas via aéreas e faz com que as cordas vocais (que ficam abertas, exceto quando você fala) se fechem, o que criar pressão sob elas. Então, elas se abrem rapidamente e um grande volume de ar escapa fazendo um som. A força da tosse expele as secreções que se acumulam na garganta, como o muco. 

Por que seu corpo faz isso?
A tosse é o guardião da sua garganta. "Os pulmões e suas áreas adjacentes devem ser estéreis, então o objetivo é manter tudo em perfeita ordem lá embaixo," explica a Dra. Tylor. Quando seu corpo suspeita que há uma infecção ou outro intruso, ele tosse para manter a área limpa e livre de possíveis secreções, agentes irritantes e infecciosos.

Os médicos falam em tosse úmida e tosse seca. A tosse úmida, ou produtiva, produz muco e acontece quando seu corpo tenta expelir secreções causadas pelas infecções virais e bacterianas, ou até mesmo o refluxo de ácido. A tosse seca, ou improdutiva, é quando não sai nada além de ar. Agentes irritantes do ambiente (como perfumes ou odores fortes) e asma são duas causas comuns de tosse seca.

O que fazer?
A primeira coisa que você deve fazer é o que toda criança já sabe: Coloque um lenço ou mão na frente da boca para tossir, depois descarte o lenço e lave as mãos com sabão ou utilize álcool em gel. Isso impede que seus germes (e qualquer outra doença você pode estar hospedando) contamine outras pessoas.

Para tratar a tosse, a Dra. Tylor recomenda:

Hidratar-se com muita água e suco (e evite a cafeína) para diminuir o muco, experimentar pastilhas de tosse para acalmar a coceira na garganta, espirrar soro nasal em spray ou gotas caso o excesso de muco esteja contribuindo para a tosse, e tomar um xarope expectorante. 

A Dra. Tylor não recomenda que crianças abaixo de 6 anos tomem medicamentos que suprimem a tosse, pois não são totalmente eficazes e já foram associados à palpitação e convulsão em crianças pequenas. Em vez disso, ela recomenda que o foco seja a hidratação: experimente um umidificador de ambiente, use soro nasal, e aumente a elevação da cabeceira da cama da criança (um cobertor dobrado sob o colchão pode servir) para drenar o muco corretamente. 

Algumas tosses necessitam de atenção médica. Consulte um médico se você estiver:
·    * Tossindo sangue.
·    * Com dificuldade para respirar.
·    * Com febre alta ou dores no corpo.
* Tossindo continuamente por duas semanas ou mais.
O que está acontecendo?
Às vezes um prenúncio de doença, em outras apenas um fato da vida necessário, essa pequena explosão interna, assim como a tosse, começa com uma tomada de ar e o fechamento das cordas vocais. Só que dessa vez, ao liberar o ar, a língua e a úvula (aquela coisinha pendurada na entrada da sua garganta) bloqueiam a saída do ar, que é liberado pelas vias nasais. E junto com ele, todas as secreções e germes que estão no caminho.

Por que seu corpo faz isso?
Assim como a tosse mantém a sujeira longe da garganta, o espirro faz a mesma coisa com os invasores do seu nariz: pólen, bactérias, vírus e poeira. "É a forma de o seu corpo manter as vias nasais limpar e os sinos estéreis," diz a Dra. Tylor. Mas há outras razões para o seu corpo querer espirrar. Por exemplo, embora os médicos ainda não saibam exatamente o porquê, às vezes você espirra ao olhar para uma luz muito forte, como, por exemplo, a luz do sol (uma reação conhecida como espirro de reflexo fótico).

O que fazer?
Não saia espirrando em cima das pessoas: você estará espalhando germes. Em vez disso, espirre na mão ou em um lenço, depois lave as mãos com sabão ou utilize um álcool em gel em seguida. A Dra. Tylor diz que geralmente não há mal em prender o espirro, mas já que esse é o jeito do seu corpo expelir algo prejudicial, é melhor deixar a natureza seguir seu curso. Assoar o nariz com frequência quando se está esfriado vai diminuir a necessidade do seu corpo liberar os agentes irritantes. Se os seus espirros estão associados à febre, calafrios, dores musculares, ou tosse, você pode estar resfriado ou até gripado, e seria melhor consultar um médico. Espirros que aparecem de tempos em tempos ou quando há mudança de clima são provavelmente derivados de alergias, e vêm acompanhados de coceira nos olhos ou coriza incolor. Nesse caso seu médico pode receitar um medicamento para mantê-los sob controle.
O que está acontecendo?
Aquela dor cortante, que mais parece como se você tivesse comido pedaços de vidro, é um sinal de que a camada de tecido da sua garganta está inchada. Existe uma variedade de receptores de dor concentrada no pequeno espaço da sua garganta, e cada um deles é estimulado toda vez que você engole.

Por que seu corpo faz isso?
Sua garganta pode ficar inchada por uma série de motivos. Pode ser uma infecção viral ou uma grave infecção bacteriana como a faringite estreptocócica, que pode causar dor intensa. A secreção pós nasal, que acontece quando suas vias aéreas drenam o muco para o fundo da sua garganta, pode ser um agente irritante. O refluxo de ácido, no qual o ácido do estômago sobe até o esôfago, pode causar a sensação de queimação.

O que fazer?
"Se a dor é tão ruim que ficar difícil respirar ou engolir a própria saliva, você precisa ser avaliado imediatamente", recomenda a Dra. Tylor. Você também pode consultar um médico se a garganta está muito inflamada e associada à febre alta ou dores no corpo, ou se esse é o único sintoma mas já persiste por duas semanas ou mais. Nesse último caso, é possível (mas não provável) que a dor seja um sinal de algo mais grave, como câncer de faringe.
O que está acontecendo?
Quando um ou mais nervo está irritado por qualquer motivo, e o sinal que ele geralmente envia ao cérebro é embaralhado, você tem uma sensação de dormência. É como quando você diz que seu pé "dormiu" após ficar sentado sobre ele por muito tempo. "O termo médico para isso é parestesia”, diz o Dr. Jeffrey Cain, "e significa que você está sentindo algo que não é uma resposta neurológica tradicional e, logo, não faz sentido para o cérebro".

Por que seu corpo faz isso?
O Dr. Cain compara a comunicação nervosa a um sinal elétrico enviado de uma parte do seu corpo ao cérebro. Digamos que você deitou sobre seu cotovelo: aqueles nervos estão sendo comprimidos e não conseguem enviar um sinal pelo caminho normal. "Os nervos não conseguem disparar da maneira adequada", explica a Dra. Sandra Fryhofer, médica em Atlanta e ex-presidente do American College of Physicians. "Eles não conseguem enviar o sinal inteiro, ou enviam um sinal errado, e o corpo entende que algo não está certo".

O que fazer?
Existem muitos motivos benignos para o formigamento, como cruzar as pernas por muito tempo, ou bater o cotovelo em algum móvel da sua casa (a sensação é causada, na verdade, pelo nervo ulnar), e geralmente ele some dentro de alguns minutos. Outros, como o acúmulo de fluido durante a gravidez que pode causar a síndrome do túnel carpal (na qual o nervo radial que passa pelo pulso e vai até a mão fica comprimido), podem ser mais incômodos e dolorosos, mas somem sozinhos depois que o bebê nasce e seu corpo volta ao normal. Existem, entretanto, algumas doenças, como a diabetes, deficiência de vitamina B12, ou quando um osso pressiona um nervo, que podem causar danos em longo prazo se não forem avaliadas, segundo a Dra. Fryhofer. Se o seu formigamento é mais do que ocasional e não tem nenhuma causa benigna, ou se acompanha fraqueza dos músculos, converse com seu médico para saber se ele deve investigar um problema mais grave.
O que está acontecendo?
Os pequenos músculos na base do pelo chamam a atenção dele, que eleva a pele em volta do folículo em pequenos calombos. "O termo médico para isso é reflexo pilomotor, ou seja, a ereção dos folículos capilares", diz o Dr. Cain.

Por que seu corpo faz isso?
No clima frio, o pelo arrepiado criar uma barreira de isolamento para manter o calor por baixo. Embora essa resposta natural ainda funcione para animais cobertos de pelos, não é muito útil para nós, que já perdemos cabelo por conta da evolução. Essa função também pode ser estimulada pela reação que temos ao nos sentirmos ameaçados: o propósito é fazer parecermos maiores e mais assustadores (pense no porco-espinho com seus espinhos acionadas ou um gato com o pelo eriçado). Porém, nossa calvície moderna também não causa um efeito muito impressionante. Prazer, excitação sexual, ou até escutar sua música favorita também pode causar essa resposta primitiva, embora os especialistas ainda não saibam exatamente o porquê.

O que fazer?
Nada. Arrepios são um atraso evolutivo inofensivo. E se eles podem ser bons, como quando você ouve uma melodia sublime ou sua namorada faz cócegas em você, aproveite-os.
O que está acontecendo?
Os vasos sanguíneos sob a pele foram quebrados e estão vazando sangue sobre os tecidos adjacentes. Os hematomas geralmente começam roxos. Como sabemos, o sangue que não recebe oxigênio dos pulmões possui uma cor escura, e é por isso que os hematomas têm aquela tonalidade de berinjela. A cor vai mudando até parecer amarelada ou marrom quando o corpo começa a decompor o sangue espalhado em uma série de resíduos e eliminá-los.

Por que seu corpo faz isso?
Um hematoma é apenas um indício de algum tipo de trauma ao corpo – seja grave ou não. "Ele não têm um propósito", explica o Dr. Cain. "É apenas um sinal de que o seu corpo está tentando se curar".

O que fazer?
“O melhor tratamento para um hematoma é o descanso”, diz o Dr. Cain. Elevar a área ferida e fazer pressão – como levantar o braço e enrolá-lo em tecido após doar sangue – pode diminuir o tamanho do hematoma se feito logo após a lesão. Se está doendo, o Dr. Cain recomenda analgésicos como naproxeno ou ibuprofeno. Consulte um médico se os seus hematomas aparecem com facilidade (com as menores lesões), não somem, ou se você tem um hematoma muito grande (por exemplo, cobrindo grande parte do braço ou da perna), o que pode ser um sinal de que você perdeu muito sangue.
O que está acontecendo?
"Isso acontece quando você gira ou dobra o tornozelo", explica o Dr. Cain. "Seu corpo é responsável por manter o alinhamento das juntas, mas quando ela sofre tensão em demasia, os ligamentos podem ser distendidos, rompidos parcialmente ou completamente". Os ligamentos são filamentos duros de tecido que mantêm as juntas estáveis. Quando eles se soltam ou rasgam, a dor é inevitável. Para dar início ao processo de cura, seu corpo incha a região. Às vezes podem surgir hematomas, caso os ligamentos tenham sangrado.

Por que seu corpo faz isso?
Os ligamentos podem ser causados por algo que você fez ou não fez (como aquele aquecimento antes da corrida) ou puro azar (um buraco no meio da calçada). Quando eles são rompidos, seu corpo cria inflamação e dor para que eles tenham tempo de se recuperar. "A dor e o inchação são a forma natural do seu corpo dizer 'Tenha cuidado e seja gentil comigo até isso sarar'", diz o Dr. Cain.

O que fazer?
Segundo o Dr. Cain, se você consegue ficar nas pontas dos pés sem se desequilibrar, não há necessidade de ver um médico. Por outro lado, se você tem hematomas e não consegue andar nem pular porque o tornozelo está instável, é bom procurar ajuda médica. “Para se ter certeza, é uma boa ideia fazer uma radiografia do tornozelo”, alerta a Dra. Fryhofer. "Já tive pacientes que andavam por aí com o tornozelo quebrado pensando que estava apenas torcido". Além disso, o médico pode recomendar que você utilize uma tornozeleira Aircast, que possui fácil colocação e remoção, e diminui o tempo de recuperação.

Dependendo da gravidade da entorse, pode levar dias ou até meses para o tornozelo voltar ao normal, mas com o tempo ele irá cicatrizar. O tratamento caseiro deve envolver descanso, gelo, compressão e elevação. Aplique gelo por 20 minutos a cada três ou quatro horas durante as primeiras 48 a 72 horas após a lesão. Enrole o tornozelo com uma meia de compressão ou curativo elástico (ambos são vendidos em qualquer farmácia) e eleve-o com uma base de almofadas. É importante lembrar que, sempre que possível, você deve ficar deitado.





sábado, 1 de setembro de 2012

Capacitação do STEM Brasil 2011 - Gaibu

EREM Maria Vieira Muliterno no STEM Brasil 2011
Fotos da nossa participação no STEM Brasil 2011 em Gaibu
Na foto acima, a professora Roberta apresenta para o grande grupo, nosso trabalho sobre Cadeias e Teias Alimentares.
Nossa competente equipe
Nossa equipe em plena atividade, dessa vez estamos montando uma estufa.
A estufa pronta e em pleno funcionamento.
Mais uma foto de nossa estufa, dessa vez de outro ângulo
Nossa equipe em campo, realizando mais uma atividade prática na área de Ecologia. Dessa vez estamos calculando a quantidade de massa contida na grama dos jardins do Hotel Canariu's em Gaibu.
Olha que coisas mais lindas mais cheias de graça, é Roberta e Cecília que vem dar o ar da graça. E amo essas mulheres. Uaauu!! Que gatas!
Área demarcada que servirá como base de cálculo para determinarmos a quantidade de massa contida nos jardins do Hotel Canariu's em Gaibu.
Nessa foto eu estou contando quantas folhas de gramíneas contém no quadrado. Credo!!

Essas fotos foram postadas agora porque foram enviadas por nossa querida amiga, professora Maria Cecília. Fui tomado por uma nostalgia gostosa, pois nas fotos podemos ver nossos novos amigos, participantes da super equipe do STEM Brasil 2011. Obrigado Cecília por ter proporcionado momentos felizes. Você é um anjo de mulher. Beijos gata!

Professor Cláudio Avelino

Capacitação do STEM Brasil 2012 - Itamaracá

Fotos da nossa participação no STEM Brasil 2012, ocorrida na Ilha de Itamaracá-PE

EREM Maria Vieira Muliterno no STEM Brasil 2012
Chegamos ao Orange Praia Hotel pontualmente às 07:30 horas do dia 29 de agosto de 2012, uma quarta-feira ensolarada. Céu azul, sol calmo, mar cheio com uma leve brisa fria marítima. Eu e a professora Roberta, e acredito que todos que ali se encontravam, estavam ansiosos para participar da capacitação, reencontrar amigos e aprender mais. Para nossa surpresa o hotel só poderia nos hospedar a partir do meio dia. Ninguém merece!. Pense num imprevisto que estava fora de nossos planos. Na foto acima, já ciente do fato, a professora Roberta iniciou seus primeiros contatos para podermos superar esse intervalo de tempo, já que mudaram a programação da capacitação do STEM, pois agora, ela iria iniciar às 13:30 horas, um lapso de tempo entre nossa chegada e o início da capacitação de apenas seis longas horas.
A abertura da capacitação com nossa querida professora do STEM, Alessandra, uma simpatia de pessoa. Olha ao lado dela a capacitadora do P3D, hehehehehe. Que ânimo!!!
Olha a concentração da professora Roberta e da nossa amiga, professora Cecília, trabalhando com o P3D.

Ilha de Itamaracá-PE, quinta-feira, 30 de agosto de 2012.
Nossa equipe em plena aula prática do STEM sobre Classificação dos Seres Vivos, como sempre, a professora Roberta muito concentrada nas tarefas.
Na foto acima, as professoras Roberta Cisneiros e Maria Cecília mostram a nova espécie de animal para, de acordo com as Regras de Nomenclatura Zoológica Internacional, nomearmos esse novo organismo. Como fui eu o primeiro a desvendar que bicho era esse, dei o nome científico de Galinocanis stemuno brasilis (Organismo único, proveniente de uma mistura de galináceo com canino identificado no STEM Brasil).
As outras equipes vieram prestigiar nosso trabalho o qual foi muito elogiado, tando pelos outros professores como da nossa querida capacitadora do STEM. Foi uma festa.
Todos curiosos sobre nossas criações. Haja perguntas.
Essa formiguinha feiosa, representando os artrópodes, foi feita por mim para a Anagênese.
Todos participaram, fazendo em massa de modelar os animais da Anagênese.
O Schistosoma mansoni foi feito pela professora Roberta Cisneiros.
Por fim, a Anagênese da aula prática ficou pronta.

Professor Cláudio Avelino

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Desafio de Genética - 3ºs Anos


       Em  galináceos,  a  remoção  do  ovário de  fêmeas  normais  determina  o  desenvolvimento de  testículos funcionais,  produzindo  gametas  e  com subsequente desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários de macho. Suponha que tal indivíduo (com fenótipo masculino e fértil) tenha cruzado com várias fêmeas  normais  que  puseram  um  total  de  36  ovos seguramente  fecundados.  Considerando  que  nesses animais a determinação do sexo é feita pelo sistema Z0 e que a ausência completa do cromossomo Z inviabiliza a sobrevivência ainda durante a embriogênese, responda:

a) Qual o número esperado de ovos que não eclodirão?

b) Qual a proporção esperada de machos e fêmeas nesta ninhada?

Responda esta questão utilizando a caixa de comentários desta postagem. Não se esqueça de se identificar com seu número da chamada, nome e sobrenome e a respectiva turma logo abaixo da sua resposta. Boa Sorte!


Prof. Cláudio Avelino

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O maior ser vivo da Terra



O Armillaria ostoyae, popularmente conhecido como “cogumelo do mel”, é um fungo subterrâneo e teve origem numa partícula microscópica, e que foi estendendo seus filamentos, os rizomorfos durante o período estimado de 2.400 anos, matando árvores enquanto se desenvolvia.
É o maior organismo vivo do planeta, e encontra-se sob o solo da Floresta Nacional de Malheur, no leste do Estado norte americano do Oregon. Atualmente, o fungo cobre uma área de 880 hectares, equivalente a 1.220 campos de futebol. À superfície, o colosso se manifesta na forma de pequenos cogumelos de aparência inocente, mais muitas árvores morreram à medida que o fungo abria lentamente caminhos por entre as raízes da floresta ao longo dos séculos.

Fonte: Boschilia, Cleuza. Minimanual Compacto de biologia: teoria e prática. Rideel, 2ª ed. Pág. XXII

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Regimento

REGIMENTO DO CLUBE DE BIOLOGIA DA EREM MARIA VIEIRA MULITERNO

Este regimento define as regras de organização interna e de funcionamento do Clube de Biologia da Escola de Referência em Ensino Médio Maria Vieira Muliterno (CBio-ERMVM) e tem as competências previstas no Regulamento Interno da Escola.

ÓRGÃOS

São órgãos do CBio-ERMVM o Conselho de Docentes e o respectivo Coordenador.

COMPOSIÇÃO DO CONSELHO DE DOCENTES DO CBio-ERMVM

Fazem parte do Conselho de Docentes do CBio-ERMVM, maioritariamente, os professores da disciplina de Biologia e dois representantes da Direção Escolar. São eles:

ALBERTINA DUTRA DE ALCÂNTARA - Professora
CLÁUDIO AVELINO DA COSTA - Professor
ROBERTA ARAÚJO CISNEIROS - Professora
MIRIAM MARIA PAZ - Gestora Escolar
ELAINE HIGINO - Coordenadora Pedagógica

COMPETÊNCIAS DO CONSELHO DE DOCENTES DO CBio-ERMVM

Compete aos Docentes do CBio-ERMVM:

1. Organizarem-se em Conselho de Docentes no início de cada ano letivo, logo após o conhecimento da sua composição;
2. Elegerem e substituírem o Coordenador e os monitores do clube;
3. Colaborarem com o Conselho Pedagógico na construção do Projeto Educativo da Escola;
4. Formularem e apresentarem propostas para o Plano Anual de Atividades;
5. Planificarem atividades letivas e não letivas que tenham como objetivos principais:
- Contribuir para a melhoria da aprendizagem das matérias curriculares das disciplinas de Biologia ou outras correlacionadas, através da prática de um ensino mais personalizado, dirigido a todos os alunos que solicitem esclarecimento de dúvidas (estudo acompanhado/apoio pedagógico acrescido);
- Promover o interesse dos alunos para a Investigação Científica nas áreas da Biologia ou outras áreas correlacionadas;
- Desenvolver Competências Científicas nos alunos através da realização de atividades experimentais e respectiva elaboração de relatórios;
- Sensibilizar os alunos para a ideia de que o Estudo Científico-Tecnológico, para além de ser fundamental na resolução dos problemas ambientais, não poderá nunca avançar sem que dos mesmos se tenha plena consciência;
- Analisar a relação Ambiente/Desenvolvimento promovendo Comportamentos que contribuam para a Sustentabilidade do Ambiente;
- Produzir Materiais Didáticos em suporte informático ou outros, para o ensino e avaliação da Biologia ou outras disciplinas representadas no clube, que visem:
. Melhorar a qualidade do ensino/aprendizagem desta disciplina;
. Motivar os alunos para os diversos conteúdos da mesma;
. Facilitar a auto aprendizagem e/ou estudo individual dos referidos conteúdos;
- Acompanharem o desenvolvimento destas atividades e procederem às respectivas avaliações;
- Promoverem a interdisciplinaridade e o intercâmbio de recursos pedagógicos e materiais;
- Promoverem e colaborarem em ações e projetos de carácter interdisciplinar e multidisciplinar a desenvolver na Escola;
- Elaborarem o regimento do CBio-ERMVM e promoverem a sua revisão com regularidade.

COORDENADOR DO CBio-ERMVM

O CBio-ERMVM é coordenado por um professor que, fazendo parte do clube, é eleito pelos seus pares em reunião plenária no início de cada ano letivo. Compete ao Coordenador:

1. Convocar e presidir às reuniões do CBio-ERMVM;
2. Assegurar a representação do CBio-ERMVM nas reuniões de coordenação e de orientação pedagógica do Coletivo de Clubes e Projetos;
3. Coordenar a planificação das atividades do CBio-ERMVM e promover a troca de experiências e a cooperação entre os professores que o integram;
4. Elaborar e afixar o horário definitivo de funcionamento do CBio-ERMVM, após os docentes que o constituem terem planificado as suas atividades de acordo com os horários dos alunos que nelas intervêm;
5. Transmitir ao Coordenador do Coletivo de Clubes e Projetos as propostas e sugestões formuladas pelo CBio-ERMVM, nomeadamente, o Plano de Atividades deste clube;
6. Transmitir aos membros do CBio-ERMVM que coordena as diretivas e informações emanadas do Conselho Pedagógico e/ou da Direção Escolar;

FUNCIONAMENTO

1. Reuniões

No início de cada ano letivo realizar-se-á uma reunião plenária que terá o objetivo de eleger o coordenador e estabelecer o horário para a realização de reuniões plenárias eventuais, de acordo com os horários dos professores do CBio-ERMVM;
- Para assegurar uma boa articulação e garantir a comunicação entre todos os elementos do CBio-ERMVM, haverá reuniões do Conselho de Docentes, sempre que esse objetivo não possa ser atingido com a atividade quotidiana de coordenação;
- As reuniões deverão ser convocadas sob forma escrita em local próprio nas instalações do Clube (Laboratório de Biologia e Química), com a antecedência de 48 horas. A convocatória deverá indicar a ordem de trabalhos da reunião;
- Os docentes responsáveis pelas diversas atividades do clube reunir-se-ão setorialmente sempre que existirem motivos que o justifiquem.

2. Atividades

1. Do trabalho realizado ou a realizar em ações setoriais será dado conhecimento ao coordenador;
2. As ações realizadas ou a realizar são divulgadas à comunidade escolar por meio de cartazes desdobráveis ou oralmente pelos respectivos docentes aos seus alunos;

3 Instalações

1. As atividades do CBio-ERMVM desenvolver-se-ão na sala anexa ao laboratório da disciplina de Biologia, ou em qualquer outra sala que se encontre disponível para o efeito, dentro do horário pretendido;
2. Os materiais e equipamentos técnico-pedagógicos necessários à realização das atividades do CBio-ERMVM pertencem aos grupos disciplinares, ou a outros grupos de recrutamento, devendo, para o efeito, ser-lhes requisitados pelos docentes do clube responsáveis pelas referidas atividades.

4. Normas de Funcionamento

1. Os alunos só poderão permanecer nas instalações, acompanhados por professores, ou quando tiverem sido expressamente autorizados por escrito, por qualquer professor do CBio-ERMVM;
3. A requisição, utilização e entrega dos materiais e/ou equipamentos necessários ao desenvolvimento das atividades do CBio-ERMVM - pertencentes aos grupos disciplinares intervenientes, ou a outras estruturas escolares ou comunitárias – devem reger-se pelas regras de funcionamento estabelecidas para o efeito, por cada um dessas estruturas escolares ou comunitárias;
4. No caso de alguma das atividades do CBio-ERMVM envolver trabalhos laboratoriais, as regras a seguir serão, de igual modo, as indicadas nos respectivos regimentos dos grupos responsáveis pelos laboratórios objetos de requisição;



Abreu e Lima-PE, sexta-feira, 29 de junho de 2012.

Jardins da EREM-MVM

Uma bela contribuição da Professora ALEXANDRINA VERAS
Com a delicadeza de uma flor
Ela trocou o capim pelas flores
O cinza, às cores, à vida...
Os bancos coloridos, enamorados...
Harmonizam-se com as cores do jardim.
Aos poucos, a secura da terra batida
Vai dando lugar ao verde inocente da grama
E a natureza se refaz exuberantemente colorida
Invadindo os domínios do céu azul
Fertilizando as nuvens errantes
Sinalizando que nem tudo está perdido,
Que sempre há uma solução para os problemas
Para isso, basta se dedicar e amar ao que se faz.

Prof. Cláudio Avelino